A única coisa que eu queria - naquela noite sombria - era quebrar todas as correntes que me mantinham preso; não apenas à grande cruz de concreto na entrada do cemitério, mas também aos medos e culpas do meu passado. Costumam dizer que um grande homem toma frente da situação e domina seus medos. Mas... E quando esses medos, além de te dominarem, se tornam você? O que você pode fazer parar enfrentar a si mesmo?
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Suicida.
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A Piece of a Letter to Myself.
O jeito mesmo é tentar fazer "vista grossa" pra isso. Fingir que a gente não sofre, fingir que a gente não chora, fingir que não tá machucando. Ignorar aquela vontade imensa de ligar e dizer tudo que está na cabeça... Mas ignorar só por saber que vai se arrepender depois. Bem que poderia ser mais fácil. Mas se fosse fácil não se chamaria vida, se chamaria sonho. E essa é a dolorosa vida real... Então, o único jeito é aceitar. Continuar andando sem olhar pra trás, para não tropeçar nas pedras do caminho. Fingindo estar bem.
E eu bem queria conseguir fazer tudo isso que eu digo... Mas eu sou uma pessoa transparente demais. Meus sentimentos estão sempre aqui, escancarados, postos na banca pra todo mundo ver, feito capa de revista. Não sei se isso é um defeito ou uma qualidade... Fico sempre na dúvida.
Mas, como é que diz? Acorda e segue em frente, garota! Se toca, não tem mais nada pra você aqui. Quando diz que acabou, é porque tá realmente acabado. Pare de ficar tentando consertar o que já tava quebrado. Pare de tentar voltar; você não é a dona do tempo. E vê se cria vergonha na cara e começa a escutar um pouco as tuas próprias palavras. - JAZ.
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Forever?
E então, como em todas as trinta noites anteriores, ela chorou. Mas afinal, o que mais poderia fazer sabendo que seu amor estava deixando-a? Ou melhor - já havia deixado.
É triste perder alguém que ama; mais triste ainda quando a culpa é sua, e você tem total consciência disso. E o que ela fez desaparecer não foi apenas uma coisa, não - foram várias. Desde outras pessoas à sorrisos e oportunidades. Ela, sendo tão nova como era, não fazia ideia de que o amor podia ser um sentimento tão forte e resistente. E teimoso.
Foi pega desprevenida. Na verdade, nunca soube bem ao certo o que fazer nesse tipo de situação. Ainda mais agora, que havia sido trocada por outra pessoa pela segunda vez.
Ficara realmente confusa quanto ao significado das palavras "para sempre". Já as ouvira tantas vezes... Mas essa promessa não havia sido cumprida. Aí, aprendeu que "para sempre" é uma ideia de tempo muito, mas MUITO vaga.
Mas, céus, como é possível? O amor a encontrou assim, do nada, sem nem mesmo avisar. E mesmo escrevendo, falando e cantando tanto sobre o mesmo, não conseguia entendê-lo. Porém, amava senti-lo. Amava sentir o amor, mesmo que, na maioria das vezes, ele a machucasse de uma maneira tão profunda.
Começou a achar que, de um jeito ou de outro, precisava ficar bem. Ou precisava apenas fingir. Até porque ninguém precisava saber que ela ainda chorava todas as noites pela mesma pessoa. Que ainda eram os mesmos planos e o mesmo sorriso que tiravam o seu sono. E que aquele nome continuava sendo o motivo de seu coração bater tão forte ao ouvi-lo.
As pessoas falam que ela não entende nada sobre o amor, e até ela mesma chegou a cogitar a hipótese vez ou outra. Mas o que é amar senão sofrer de alguma maneira? Se entregar completamente e ir morrendo aos poucos? Com raras exceções.
O amor é algo muito complexo. Depois de um tempo, ela desistiu de tentar entendê-lo. Quem precisa, afinal? Ele é um sentimento que deve ser vivido, e não compreendido. (JAZ)
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The Last Night - Skillet
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Darkness.
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Porque?
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