A vida.

terça-feira, 19 de julho de 2011

Somos tão cruéis com ela, a VIDA!
Alguns reclamam demais dela, outros simplesmente matam ela.
O que isso adianta?
Eu descobri que deveria resolver os problemas em vez de fugir deles.
Que entrar em depressão por um garoto(a) não valia a pena. Teriam tantos em meu caminho.
Que fingir que eu estava bem não era nada que me fizesse bem. Por mais que eu não tivesse tantos amigos, um deles iria me ceder seu ombro para chorar.
Eu sei, as vezes realmente a morte parece a única solução, a única saída. Mas sejamos realistas: a morte não leva a nada.
Não sejamos egoístas. Quantos nos amam, quantos nos querem bem! O garoto(a) que disse na semana passada que não te amava, um dia vai pedir perdão.
Chorar não é sinal de fraqueza, e sim de que você precisa desabafar.
Que o tempo vai passar  e, com ele tudo passa. As amizades se vão, os amores se vão.
Que amigo é aquele que luta com você até o fim.
E  são esses  que não querem ver você mal, ou até mesmo dentro de um caixão.
Eu lhe pergunto: e se você  tivesse uma doença por exemplo. Muitos lutando para continuar com o bem mais precioso que Deus lhe deu, e você por ai dizendo que vai se matar por uma briga com seus pais, uma decepção amorosa, uma nota vermelha.
A vida é uma caixinha de surpresas, é só você descobrir as chaves para chegar até as surpresas.
A culpa não é dela se você faz dela um pesadelo.
Sorria, chore, grite, não ligue para coisas banais. Garotos (as), se lhe fazem sofrer, deixe-os para trás. (Fernanda Laís)



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